São 20 perguntas de múltipla escolha sobre quem faz o quê no Estado brasileiro. Para passar, é preciso acertar pelo menos 60%, o mesmo piso da prova proposta. No fim, você vê a nota, o desempenho por área e o gabarito comentado.

  • 20 questões, 4 alternativas cada, uma correta.
  • 5 áreas: Presidência da República, estado, município, Legislativo, poderes e quóruns.
  • Corte de 60%: 12 acertos ou mais.
  • Clique na alternativa para responder: a próxima questão aparece sozinha, sem voltar, como numa prova.
  • Sem cadastro e sem cronômetro. A correção vem no fim, com gabarito comentado de cada questão. Leva cerca de 6 minutos.

O que o simulado cobra

O plano do Delegado Eleitoral define uma prova deliberadamente rasa e larga. Ela não exige o domínio dos meandros da Constituição. Cobra o básico operacional do Estado: o que faz o presidente e o que ele não pode fazer sozinho, o que é do governador e da Polícia Militar, o que cabe ao prefeito e ao vereador, como uma lei nasce e tramita, a separação dos poderes e os quóruns básicos.

O simulado segue esse escopo. Se errar alguma questão, o gabarito aponta o texto do site que explica o assunto, como quem comanda a Polícia Militar, como uma lei é feita ou os quóruns de votação.

Como seria a prova de verdade

Na proposta, a prova é presencial, aberta a qualquer eleitor com 25 anos ou mais e aplicada pelos TREs a cada dois anos. Aprova quem cumpre dois critérios ao mesmo tempo: acertar no mínimo 60% e ficar entre as 20% melhores notas do ciclo. Todas as questões saem de um banco público de milhares de perguntas, aberto à consulta, que só os próprios delegados podem alterar por votação.

Quem passa vira Delegado Eleitoral e vota nos candidatos e diretamente nas leis pelo app gov.br. Os detalhes estão na página sobre a prova do Delegado Eleitoral.