Para acertar estas 20 questões, é preciso saber como o governador é eleito e por quanto tempo, o que ele decide sozinho (nomear secretários, sancionar ou vetar leis, regulamentar por decreto) e o que não é dele, como indulto e lei penal. Entram também as regras de inelegibilidade, a intervenção do estado nos municípios e o concurso para cargos efetivos. A página O que faz o governador resume as atribuições, e Quem comanda a Polícia Militar explica a parte da segurança.

Questões de conceito

1 Quando a União decreta intervenção federal na segurança pública de um estado, o que acontece?

  1. O governador perde o mandato
  2. Um interventor nomeado pelo presidente assume o comando da área
  3. O estado passa a ser governado pelo Senado
  4. A PM é extinta e substituída pelo Exército
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Resposta: B. Um interventor nomeado pelo presidente assume o comando da área

A intervenção federal para pôr fim a grave comprometimento da ordem pública (Constituição, art. 34, III) é decretada pelo presidente, que nomeia um interventor, e precisa ser aprovada pelo Congresso (art. 36). Na intervenção do Rio de Janeiro em 2018, por exemplo, o governador continuou no cargo e só perdeu o comando da segurança.

Entenda melhor: Quem comanda a Polícia Militar: o governador, não o presidente

3 Como é eleito o governador de um estado?

  1. Pelo candidato mais votado, mesmo com pouca votação, em turno único
  2. Pela Assembleia Legislativa, em votação dos deputados estaduais
  3. Pela maioria absoluta dos votos válidos, com segundo turno se ninguém passar da metade
  4. Por indicação do presidente da República
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Resposta: C. Pela maioria absoluta dos votos válidos, com segundo turno se ninguém passar da metade

O governador é eleito pela maioria absoluta dos votos válidos, sem contar brancos e nulos. Se ninguém passar da metade no primeiro turno, há segundo turno entre os dois mais votados (Constituição, art. 28, que segue a regra do art. 77). A Assembleia não escolhe o governador, e o presidente não o indica.

Entenda melhor: O que faz o governador: segurança, saúde, educação e impostos

4 Qual é a duração do mandato do governador e quantas vezes seguidas ele pode ser eleito?

  1. Cinco anos, sem direito a reeleição
  2. Quatro anos, com direito a uma reeleição para o período seguinte
  3. Quatro anos, com reeleições seguidas sem limite
  4. Seis anos, com direito a uma reeleição
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Resposta: B. Quatro anos, com direito a uma reeleição para o período seguinte

O governador tem mandato de quatro anos (Constituição, art. 28) e pode ser reeleito uma única vez para o período seguinte (art. 14, § 5º). Depois de dois mandatos seguidos, não pode disputar o terceiro em sequência. A alternativa das reeleições sem limite é tentadora porque vale para o deputado estadual, que pode se reeleger quantas vezes o eleitor quiser, mas não para os chefes do Executivo.

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5 Em que data toma posse o governador eleito em outubro?

  1. 1º de janeiro do ano seguinte
  2. 5 de janeiro do ano seguinte
  3. 6 de janeiro do ano seguinte
  4. 1º de fevereiro do ano seguinte
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Resposta: C. 6 de janeiro do ano seguinte

Desde a Emenda Constitucional 111, de 2021, o governador e o vice tomam posse em 6 de janeiro do ano seguinte ao da eleição (Constituição, art. 28). Os eleitos em 2026 assumem, portanto, em 6 de janeiro de 2027. A data de 5 de janeiro é a do presidente da República (art. 82), e 1º de janeiro continua sendo a posse dos prefeitos (art. 29, III), o que explica a confusão entre as três datas.

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6 O que acontece com o governador que, durante o mandato, aceita ser nomeado ministro de Estado?

  1. Perde o mandato de governador
  2. Tira licença e volta ao cargo quando deixar o ministério
  3. Acumula os dois cargos até o fim do mandato
  4. Só pode assumir com autorização da Assembleia Legislativa
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Resposta: A. Perde o mandato de governador

A Constituição determina que perde o mandato o governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta, ressalvada a posse em concurso público (art. 28, § 1º). A licença com retorno ao cargo é tentadora porque vale para deputados e senadores nomeados ministros ou secretários (art. 56, I), que voltam ao mandato depois. Para o chefe do Executivo estadual, a troca é definitiva.

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7 Como é definido o subsídio mensal, o salário, do governador?

  1. Por decreto do próprio governador
  2. Por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa
  3. Por resolução do Tribunal de Contas do Estado
  4. Pelo Congresso Nacional, com valor igual para todos os estados
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Resposta: B. Por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa

Os subsídios do governador, do vice e dos secretários de Estado são fixados por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa (Constituição, art. 28, § 2º). Por isso o valor varia de um estado para outro. O governador não pode fixar o próprio salário por decreto, e o Congresso não define um valor nacional para os governadores. O subsídio do governador também serve de limite para a remuneração no Executivo estadual (art. 37, XI).

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8 Como é escolhido o procurador-geral de Justiça, chefe do Ministério Público do estado?

  1. Eleito diretamente pelos eleitores do estado
  2. Nomeado pelo presidente da República, com aprovação do Senado
  3. Nomeado pelo governador a partir de lista tríplice formada pelos membros da carreira
  4. Eleito pelos deputados estaduais entre advogados do estado
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Resposta: C. Nomeado pelo governador a partir de lista tríplice formada pelos membros da carreira

O Ministério Público estadual forma uma lista tríplice entre integrantes da carreira, e o governador nomeia um dos três para mandato de dois anos, com uma recondução permitida (Constituição, art. 128, § 3º). A nomeação pelo presidente com aprovação do Senado é a regra do procurador-geral da República, chefe do Ministério Público da União, e por isso confunde. O governador escolhe, mas só dentro da lista.

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9 Em qual destas situações o estado pode intervir em um de seus municípios?

  1. Quando o prefeito é de partido adversário ao do governador
  2. Quando a Câmara Municipal rejeita um projeto do prefeito
  3. Quando o governador discorda de uma lei municipal
  4. Quando o município deixa de aplicar o mínimo exigido em educação e saúde
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Resposta: D. Quando o município deixa de aplicar o mínimo exigido em educação e saúde

Estados e municípios são autônomos, e a intervenção estadual é exceção, com hipóteses fechadas: dívida fundada sem pagamento por dois anos, falta de prestação de contas, não aplicação do mínimo em ensino e saúde e ordem do Tribunal de Justiça (Constituição, art. 35). O decreto do governador vai à Assembleia em 24 horas (art. 36, § 1º). Divergência política ou discordância de lei municipal não autorizam intervenção.

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10 O governador pode conceder indulto a presos que cumprem pena em presídios do estado?

  1. Sim, porque os presídios estaduais estão sob o seu comando
  2. Não, conceder indulto é atribuição do presidente da República
  3. Sim, desde que a Assembleia Legislativa aprove
  4. Só com autorização do Tribunal de Justiça do estado
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Resposta: B. Não, conceder indulto é atribuição do presidente da República

Conceder indulto e comutar penas é atribuição privativa do presidente da República (Constituição, art. 84, XII), e o decreto vale para condenados de todo o país, inclusive os que estão em presídios estaduais. O governador administra os presídios por meio da Polícia Penal e da secretaria responsável, mas não perdoa penas. A alternativa do comando dos presídios é tentadora porque mistura administrar a prisão com decidir sobre a pena.

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Questões de aplicação

1 O governador do seu estado, no primeiro mandato, quer disputar uma vaga no Senado na próxima eleição. O que ele precisa fazer?

  1. Nada, pode fazer campanha sem deixar o cargo
  2. Tirar licença apenas durante a campanha eleitoral
  3. Renunciar ao mandato até seis meses antes da eleição
  4. Renunciar ao mandato até um ano antes da eleição
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Resposta: C. Renunciar ao mandato até seis meses antes da eleição

Para concorrer a outros cargos, o presidente, os governadores e os prefeitos devem renunciar ao mandato até seis meses antes do pleito (Constituição, art. 14, § 6º). É a chamada desincompatibilização, que evita o uso da máquina pública na campanha. A regra não vale para quem disputa a reeleição ao mesmo cargo, por isso muita gente acha que o governador pode concorrer sem sair. Licença temporária não basta: é preciso renunciar.

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2 A esposa do governador, que nunca teve mandato, quer ser candidata a deputada estadual no mesmo estado, e o marido seguirá no cargo até o fim. Ela pode?

  1. Sim, porque o cargo de deputado é do Legislativo
  2. Sim, desde que o partido dela seja diferente do partido do marido
  3. Sim, mas só depois de autorização do Tribunal Regional Eleitoral
  4. Não, o cônjuge do governador é inelegível no território do estado
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Resposta: D. Não, o cônjuge do governador é inelegível no território do estado

São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes até o segundo grau do governador, salvo se já tiverem mandato e forem candidatos à reeleição (Constituição, art. 14, § 7º). Como ela nunca teve mandato, a exceção não se aplica. A regra impede que a família use o peso do cargo para se eleger. Ser cargo do Legislativo ou de outro partido não muda nada.

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3 A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei estadual com o qual o governador não concorda. O que ele pode fazer?

  1. Vetar o projeto, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto
  2. Engavetar o projeto por tempo indeterminado
  3. Pedir ao presidente da República que anule a votação
  4. Mandar o Tribunal de Justiça revogar a lei
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Resposta: A. Vetar o projeto, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto

O processo legislativo dos estados segue o modelo federal, que as constituições estaduais adotam por força dos princípios constitucionais (Constituição, arts. 25 e 66): o projeto aprovado vai ao governador, que sanciona ou veta, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto, no modelo federal pela maioria absoluta dos deputados. Engavetar não resolve, porque o silêncio dentro do prazo vale como sanção. O presidente não interfere em lei estadual, e o Tribunal de Justiça julga, não revoga lei.

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4 O governador recém-empossado quer trocar o secretário estadual de Saúde. Como funciona essa escolha?

  1. O secretário precisa ser aprovado em concurso público
  2. O governador nomeia e exonera livremente os secretários de Estado
  3. A Assembleia Legislativa elege o secretário entre os deputados
  4. O ministro da Saúde indica o nome ao governador
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Resposta: B. O governador nomeia e exonera livremente os secretários de Estado

Os secretários de Estado são auxiliares diretos do governador, que os nomeia e exonera livremente, como o presidente faz com os ministros (Constituição, art. 84, I, modelo seguido pelas constituições estaduais). Por isso o secretário responde ao governador e sai quando perde a confiança dele. Concurso público vale para cargos efetivos, não para cargos de confiança (art. 37, II), e o ministro da Saúde não interfere na escolha.

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5 O governador morre no segundo ano do mandato. O que acontece com o governo do estado?

  1. Uma nova eleição geral é marcada em 90 dias
  2. O presidente da Assembleia Legislativa governa até o fim do mandato
  3. O presidente da República nomeia um interventor
  4. O vice-governador assume e completa o mandato
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Resposta: D. O vice-governador assume e completa o mandato

O vice-governador é eleito na mesma chapa do governador justamente para substituí-lo nos impedimentos e sucedê-lo em caso de vaga (Constituição, arts. 28 e 79, regra seguida pelas constituições estaduais). Por isso ele assume e governa até o fim do mandato. O presidente da Assembleia só é chamado se o vice também faltar, e a morte do governador não é motivo para intervenção federal, que tem hipóteses próprias.

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6 A Assembleia aprovou uma lei estadual que cria passe livre para estudantes, mas a lei não detalha como será o cadastro dos alunos. Como o governador define esses detalhes?

  1. Por decreto regulamentar, sem contrariar o que a lei diz
  2. Por emenda à Constituição Federal
  3. Por medida provisória do presidente da República
  4. Por resolução do Tribunal de Justiça
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Resposta: A. Por decreto regulamentar, sem contrariar o que a lei diz

Cabe ao chefe do Executivo sancionar as leis e expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução (Constituição, art. 84, IV, modelo repetido nas constituições estaduais). O decreto do governador detalha procedimentos, como formulários e prazos de cadastro, mas não pode criar obrigação nova nem contrariar a lei. Medida provisória do presidente trata de assuntos federais, e o Tribunal de Justiça não regulamenta leis.

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7 Chuvas fortes provocam enchentes em várias cidades do estado. O governador pode declarar situação de emergência ou estado de calamidade pública?

  1. Não, só o presidente da República pode
  2. Sim, a lei nacional de defesa civil dá essa competência aos estados
  3. Não, só os prefeitos das cidades atingidas podem
  4. Só se o Congresso Nacional autorizar antes
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Resposta: B. Sim, a lei nacional de defesa civil dá essa competência aos estados

A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil diz que compete aos estados declarar, quando for o caso, estado de calamidade pública ou situação de emergência (Lei 12.608/2012, art. 7º, VII). Os municípios também podem declarar no seu território (art. 8º, VI), e a União mantém o sistema de reconhecimento que libera ajuda federal. A alternativa do presidente é tentadora porque confunde calamidade com estado de sítio ou de defesa.

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8 Depois de uma série de chacinas, moradores exigem a troca do comandante-geral da Polícia Militar do estado. A quem cabe essa decisão?

  1. Ao ministro da Justiça
  2. Ao comandante do Exército
  3. Ao governador do estado
  4. Ao prefeito da capital
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Resposta: C. Ao governador do estado

A Polícia Militar é subordinada ao governador (Constituição, art. 144, § 6º), e é ele quem nomeia e exonera o comandante-geral da corporação. Ser força auxiliar e reserva do Exército não transfere o comando ao comandante do Exército, e o ministro da Justiça só coordena forças federais, como a Polícia Federal. O prefeito da capital não tem poder sobre a PM. A cobrança pela troca, portanto, vai ao governo do estado.

Entenda melhor: Quem comanda a Polícia Militar: o governador, não o presidente

9 O governador anuncia que vai contratar 2 mil professores efetivos para a rede estadual de ensino. Como esses professores devem ser selecionados?

  1. Por concurso público de provas ou de provas e títulos
  2. Por indicação dos deputados estaduais da região de cada escola
  3. Por livre escolha do secretário estadual de Educação
  4. Por sorteio entre os professores que se inscreverem
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Resposta: A. Por concurso público de provas ou de provas e títulos

A investidura em cargo efetivo depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos (Constituição, art. 37, II), e a regra vale para a União, os estados e os municípios. A livre escolha é tentadora porque vale para secretários e cargos em comissão, que são de confiança. A contratação temporária existe só para necessidade passageira de excepcional interesse público (art. 37, IX) e não cria professor efetivo. Indicação de deputado ou sorteio não têm base nenhuma.

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10 Placas de obras do governo do estado começam a aparecer com a foto e o nome do governador em destaque. Isso é permitido?

  1. Sim, porque a obra foi feita na gestão dele
  2. Sim, desde que a placa também traga o brasão do estado
  3. Só é proibido em ano de eleição
  4. Não, a publicidade oficial não pode ter nomes ou imagens que caracterizem promoção pessoal
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Resposta: D. Não, a publicidade oficial não pode ter nomes ou imagens que caracterizem promoção pessoal

A publicidade dos atos, programas, obras e serviços públicos deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, e dela não podem constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades (Constituição, art. 37, § 1º). A proibição vale o mandato inteiro, não só no ano eleitoral, quando a lei eleitoral acrescenta restrições próprias. A obra é do estado, paga com dinheiro público, e não do governador.

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