Para acertar estas 20 questões, é preciso saber como o governador é eleito e por quanto tempo, o que ele decide sozinho (nomear secretários, sancionar ou vetar leis, regulamentar por decreto) e o que não é dele, como indulto e lei penal. Entram também as regras de inelegibilidade, a intervenção do estado nos municípios e o concurso para cargos efetivos. A página O que faz o governador resume as atribuições, e Quem comanda a Polícia Militar explica a parte da segurança.
Questões de conceito
1 Quando a União decreta intervenção federal na segurança pública de um estado, o que acontece?
- O governador perde o mandato
- Um interventor nomeado pelo presidente assume o comando da área
- O estado passa a ser governado pelo Senado
- A PM é extinta e substituída pelo Exército
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Resposta: B. Um interventor nomeado pelo presidente assume o comando da área
A intervenção federal para pôr fim a grave comprometimento da ordem pública (Constituição, art. 34, III) é decretada pelo presidente, que nomeia um interventor, e precisa ser aprovada pelo Congresso (art. 36). Na intervenção do Rio de Janeiro em 2018, por exemplo, o governador continuou no cargo e só perdeu o comando da segurança.
Entenda melhor: Quem comanda a Polícia Militar: o governador, não o presidente
2 Qual é a idade mínima para se candidatar a governador?
- 21 anos
- 25 anos
- 30 anos
- 35 anos
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Resposta: C. 30 anos
A Constituição exige 30 anos para governador e vice-governador (art. 14, § 3º, VI, b). Para presidente e senador, são 35 anos; para deputado e prefeito, 21.
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3 Como é eleito o governador de um estado?
- Pelo candidato mais votado, mesmo com pouca votação, em turno único
- Pela Assembleia Legislativa, em votação dos deputados estaduais
- Pela maioria absoluta dos votos válidos, com segundo turno se ninguém passar da metade
- Por indicação do presidente da República
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Resposta: C. Pela maioria absoluta dos votos válidos, com segundo turno se ninguém passar da metade
O governador é eleito pela maioria absoluta dos votos válidos, sem contar brancos e nulos. Se ninguém passar da metade no primeiro turno, há segundo turno entre os dois mais votados (Constituição, art. 28, que segue a regra do art. 77). A Assembleia não escolhe o governador, e o presidente não o indica.
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4 Qual é a duração do mandato do governador e quantas vezes seguidas ele pode ser eleito?
- Cinco anos, sem direito a reeleição
- Quatro anos, com direito a uma reeleição para o período seguinte
- Quatro anos, com reeleições seguidas sem limite
- Seis anos, com direito a uma reeleição
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Resposta: B. Quatro anos, com direito a uma reeleição para o período seguinte
O governador tem mandato de quatro anos (Constituição, art. 28) e pode ser reeleito uma única vez para o período seguinte (art. 14, § 5º). Depois de dois mandatos seguidos, não pode disputar o terceiro em sequência. A alternativa das reeleições sem limite é tentadora porque vale para o deputado estadual, que pode se reeleger quantas vezes o eleitor quiser, mas não para os chefes do Executivo.
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5 Em que data toma posse o governador eleito em outubro?
- 1º de janeiro do ano seguinte
- 5 de janeiro do ano seguinte
- 6 de janeiro do ano seguinte
- 1º de fevereiro do ano seguinte
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Resposta: C. 6 de janeiro do ano seguinte
Desde a Emenda Constitucional 111, de 2021, o governador e o vice tomam posse em 6 de janeiro do ano seguinte ao da eleição (Constituição, art. 28). Os eleitos em 2026 assumem, portanto, em 6 de janeiro de 2027. A data de 5 de janeiro é a do presidente da República (art. 82), e 1º de janeiro continua sendo a posse dos prefeitos (art. 29, III), o que explica a confusão entre as três datas.
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6 O que acontece com o governador que, durante o mandato, aceita ser nomeado ministro de Estado?
- Perde o mandato de governador
- Tira licença e volta ao cargo quando deixar o ministério
- Acumula os dois cargos até o fim do mandato
- Só pode assumir com autorização da Assembleia Legislativa
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Resposta: A. Perde o mandato de governador
A Constituição determina que perde o mandato o governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta, ressalvada a posse em concurso público (art. 28, § 1º). A licença com retorno ao cargo é tentadora porque vale para deputados e senadores nomeados ministros ou secretários (art. 56, I), que voltam ao mandato depois. Para o chefe do Executivo estadual, a troca é definitiva.
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7 Como é definido o subsídio mensal, o salário, do governador?
- Por decreto do próprio governador
- Por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa
- Por resolução do Tribunal de Contas do Estado
- Pelo Congresso Nacional, com valor igual para todos os estados
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Resposta: B. Por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa
Os subsídios do governador, do vice e dos secretários de Estado são fixados por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa (Constituição, art. 28, § 2º). Por isso o valor varia de um estado para outro. O governador não pode fixar o próprio salário por decreto, e o Congresso não define um valor nacional para os governadores. O subsídio do governador também serve de limite para a remuneração no Executivo estadual (art. 37, XI).
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8 Como é escolhido o procurador-geral de Justiça, chefe do Ministério Público do estado?
- Eleito diretamente pelos eleitores do estado
- Nomeado pelo presidente da República, com aprovação do Senado
- Nomeado pelo governador a partir de lista tríplice formada pelos membros da carreira
- Eleito pelos deputados estaduais entre advogados do estado
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Resposta: C. Nomeado pelo governador a partir de lista tríplice formada pelos membros da carreira
O Ministério Público estadual forma uma lista tríplice entre integrantes da carreira, e o governador nomeia um dos três para mandato de dois anos, com uma recondução permitida (Constituição, art. 128, § 3º). A nomeação pelo presidente com aprovação do Senado é a regra do procurador-geral da República, chefe do Ministério Público da União, e por isso confunde. O governador escolhe, mas só dentro da lista.
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9 Em qual destas situações o estado pode intervir em um de seus municípios?
- Quando o prefeito é de partido adversário ao do governador
- Quando a Câmara Municipal rejeita um projeto do prefeito
- Quando o governador discorda de uma lei municipal
- Quando o município deixa de aplicar o mínimo exigido em educação e saúde
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Resposta: D. Quando o município deixa de aplicar o mínimo exigido em educação e saúde
Estados e municípios são autônomos, e a intervenção estadual é exceção, com hipóteses fechadas: dívida fundada sem pagamento por dois anos, falta de prestação de contas, não aplicação do mínimo em ensino e saúde e ordem do Tribunal de Justiça (Constituição, art. 35). O decreto do governador vai à Assembleia em 24 horas (art. 36, § 1º). Divergência política ou discordância de lei municipal não autorizam intervenção.
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10 O governador pode conceder indulto a presos que cumprem pena em presídios do estado?
- Sim, porque os presídios estaduais estão sob o seu comando
- Não, conceder indulto é atribuição do presidente da República
- Sim, desde que a Assembleia Legislativa aprove
- Só com autorização do Tribunal de Justiça do estado
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Resposta: B. Não, conceder indulto é atribuição do presidente da República
Conceder indulto e comutar penas é atribuição privativa do presidente da República (Constituição, art. 84, XII), e o decreto vale para condenados de todo o país, inclusive os que estão em presídios estaduais. O governador administra os presídios por meio da Polícia Penal e da secretaria responsável, mas não perdoa penas. A alternativa do comando dos presídios é tentadora porque mistura administrar a prisão com decidir sobre a pena.
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Questões de aplicação
1 O governador do seu estado, no primeiro mandato, quer disputar uma vaga no Senado na próxima eleição. O que ele precisa fazer?
- Nada, pode fazer campanha sem deixar o cargo
- Tirar licença apenas durante a campanha eleitoral
- Renunciar ao mandato até seis meses antes da eleição
- Renunciar ao mandato até um ano antes da eleição
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Resposta: C. Renunciar ao mandato até seis meses antes da eleição
Para concorrer a outros cargos, o presidente, os governadores e os prefeitos devem renunciar ao mandato até seis meses antes do pleito (Constituição, art. 14, § 6º). É a chamada desincompatibilização, que evita o uso da máquina pública na campanha. A regra não vale para quem disputa a reeleição ao mesmo cargo, por isso muita gente acha que o governador pode concorrer sem sair. Licença temporária não basta: é preciso renunciar.
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2 A esposa do governador, que nunca teve mandato, quer ser candidata a deputada estadual no mesmo estado, e o marido seguirá no cargo até o fim. Ela pode?
- Sim, porque o cargo de deputado é do Legislativo
- Sim, desde que o partido dela seja diferente do partido do marido
- Sim, mas só depois de autorização do Tribunal Regional Eleitoral
- Não, o cônjuge do governador é inelegível no território do estado
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Resposta: D. Não, o cônjuge do governador é inelegível no território do estado
São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes até o segundo grau do governador, salvo se já tiverem mandato e forem candidatos à reeleição (Constituição, art. 14, § 7º). Como ela nunca teve mandato, a exceção não se aplica. A regra impede que a família use o peso do cargo para se eleger. Ser cargo do Legislativo ou de outro partido não muda nada.
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3 A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei estadual com o qual o governador não concorda. O que ele pode fazer?
- Vetar o projeto, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto
- Engavetar o projeto por tempo indeterminado
- Pedir ao presidente da República que anule a votação
- Mandar o Tribunal de Justiça revogar a lei
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Resposta: A. Vetar o projeto, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto
O processo legislativo dos estados segue o modelo federal, que as constituições estaduais adotam por força dos princípios constitucionais (Constituição, arts. 25 e 66): o projeto aprovado vai ao governador, que sanciona ou veta, no todo ou em parte, e a Assembleia pode derrubar o veto, no modelo federal pela maioria absoluta dos deputados. Engavetar não resolve, porque o silêncio dentro do prazo vale como sanção. O presidente não interfere em lei estadual, e o Tribunal de Justiça julga, não revoga lei.
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4 O governador recém-empossado quer trocar o secretário estadual de Saúde. Como funciona essa escolha?
- O secretário precisa ser aprovado em concurso público
- O governador nomeia e exonera livremente os secretários de Estado
- A Assembleia Legislativa elege o secretário entre os deputados
- O ministro da Saúde indica o nome ao governador
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Resposta: B. O governador nomeia e exonera livremente os secretários de Estado
Os secretários de Estado são auxiliares diretos do governador, que os nomeia e exonera livremente, como o presidente faz com os ministros (Constituição, art. 84, I, modelo seguido pelas constituições estaduais). Por isso o secretário responde ao governador e sai quando perde a confiança dele. Concurso público vale para cargos efetivos, não para cargos de confiança (art. 37, II), e o ministro da Saúde não interfere na escolha.
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5 O governador morre no segundo ano do mandato. O que acontece com o governo do estado?
- Uma nova eleição geral é marcada em 90 dias
- O presidente da Assembleia Legislativa governa até o fim do mandato
- O presidente da República nomeia um interventor
- O vice-governador assume e completa o mandato
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Resposta: D. O vice-governador assume e completa o mandato
O vice-governador é eleito na mesma chapa do governador justamente para substituí-lo nos impedimentos e sucedê-lo em caso de vaga (Constituição, arts. 28 e 79, regra seguida pelas constituições estaduais). Por isso ele assume e governa até o fim do mandato. O presidente da Assembleia só é chamado se o vice também faltar, e a morte do governador não é motivo para intervenção federal, que tem hipóteses próprias.
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6 A Assembleia aprovou uma lei estadual que cria passe livre para estudantes, mas a lei não detalha como será o cadastro dos alunos. Como o governador define esses detalhes?
- Por decreto regulamentar, sem contrariar o que a lei diz
- Por emenda à Constituição Federal
- Por medida provisória do presidente da República
- Por resolução do Tribunal de Justiça
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Resposta: A. Por decreto regulamentar, sem contrariar o que a lei diz
Cabe ao chefe do Executivo sancionar as leis e expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução (Constituição, art. 84, IV, modelo repetido nas constituições estaduais). O decreto do governador detalha procedimentos, como formulários e prazos de cadastro, mas não pode criar obrigação nova nem contrariar a lei. Medida provisória do presidente trata de assuntos federais, e o Tribunal de Justiça não regulamenta leis.
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7 Chuvas fortes provocam enchentes em várias cidades do estado. O governador pode declarar situação de emergência ou estado de calamidade pública?
- Não, só o presidente da República pode
- Sim, a lei nacional de defesa civil dá essa competência aos estados
- Não, só os prefeitos das cidades atingidas podem
- Só se o Congresso Nacional autorizar antes
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Resposta: B. Sim, a lei nacional de defesa civil dá essa competência aos estados
A Política Nacional de Proteção e Defesa Civil diz que compete aos estados declarar, quando for o caso, estado de calamidade pública ou situação de emergência (Lei 12.608/2012, art. 7º, VII). Os municípios também podem declarar no seu território (art. 8º, VI), e a União mantém o sistema de reconhecimento que libera ajuda federal. A alternativa do presidente é tentadora porque confunde calamidade com estado de sítio ou de defesa.
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8 Depois de uma série de chacinas, moradores exigem a troca do comandante-geral da Polícia Militar do estado. A quem cabe essa decisão?
- Ao ministro da Justiça
- Ao comandante do Exército
- Ao governador do estado
- Ao prefeito da capital
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Resposta: C. Ao governador do estado
A Polícia Militar é subordinada ao governador (Constituição, art. 144, § 6º), e é ele quem nomeia e exonera o comandante-geral da corporação. Ser força auxiliar e reserva do Exército não transfere o comando ao comandante do Exército, e o ministro da Justiça só coordena forças federais, como a Polícia Federal. O prefeito da capital não tem poder sobre a PM. A cobrança pela troca, portanto, vai ao governo do estado.
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9 O governador anuncia que vai contratar 2 mil professores efetivos para a rede estadual de ensino. Como esses professores devem ser selecionados?
- Por concurso público de provas ou de provas e títulos
- Por indicação dos deputados estaduais da região de cada escola
- Por livre escolha do secretário estadual de Educação
- Por sorteio entre os professores que se inscreverem
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Resposta: A. Por concurso público de provas ou de provas e títulos
A investidura em cargo efetivo depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos (Constituição, art. 37, II), e a regra vale para a União, os estados e os municípios. A livre escolha é tentadora porque vale para secretários e cargos em comissão, que são de confiança. A contratação temporária existe só para necessidade passageira de excepcional interesse público (art. 37, IX) e não cria professor efetivo. Indicação de deputado ou sorteio não têm base nenhuma.
Entenda melhor: O que faz o governador: segurança, saúde, educação e impostos
10 Placas de obras do governo do estado começam a aparecer com a foto e o nome do governador em destaque. Isso é permitido?
- Sim, porque a obra foi feita na gestão dele
- Sim, desde que a placa também traga o brasão do estado
- Só é proibido em ano de eleição
- Não, a publicidade oficial não pode ter nomes ou imagens que caracterizem promoção pessoal
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Resposta: D. Não, a publicidade oficial não pode ter nomes ou imagens que caracterizem promoção pessoal
A publicidade dos atos, programas, obras e serviços públicos deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, e dela não podem constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades (Constituição, art. 37, § 1º). A proibição vale o mandato inteiro, não só no ano eleitoral, quando a lei eleitoral acrescenta restrições próprias. A obra é do estado, paga com dinheiro público, e não do governador.
Entenda melhor: O que faz o governador: segurança, saúde, educação e impostos


