Para acertar estas 20 questões, guarde o essencial da medida provisória: só o presidente edita, em caso de relevância e urgência; ela vale desde a publicação, dura 60 dias prorrogáveis por mais 60, tranca a pauta depois de 45 dias e não pode tratar de temas como direito penal, eleições ou bloqueio de poupança. Também caem decretos: o que o presidente pode organizar por decreto e por que decreto não contraria lei. As páginas Medida provisória e PEC, PL, PLP e MP explicam cada ponto.

Questões de conceito

1 O presidente pode criar um novo órgão público por decreto?

  1. Sim, sempre que achar necessário
  2. Sim, desde que o órgão seja temporário
  3. Não, a criação de órgãos depende de lei
  4. Só durante o recesso do Congresso
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Resposta: C. Não, a criação de órgãos depende de lei

Por decreto, o presidente só pode organizar a administração federal quando isso não aumentar a despesa nem criar ou extinguir órgãos públicos (Constituição, art. 84, VI, a). Criar ministério ou órgão exige lei aprovada pelo Congresso (art. 48, XI).

Entenda melhor: O que faz o presidente da República (e o que não pode fazer)

2 Quem pode editar uma medida provisória?

  1. O presidente da Câmara
  2. O presidente da República
  3. Qualquer ministro de Estado
  4. O presidente do STF
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Resposta: B. O presidente da República

Só o presidente da República edita medida provisória, em caso de relevância e urgência (Constituição, art. 62, e art. 84, XXVI). Ela tem força de lei desde a publicação, mas precisa ser aprovada pelo Congresso em 60 dias, prorrogáveis por mais 60, sem contar o recesso (art. 62, §§ 3º e 4º).

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

3 O que acontece com uma medida provisória que o Congresso não aprova dentro do prazo?

  1. Vira lei automaticamente
  2. Perde a validade desde a data em que foi editada
  3. É enviada ao STF para decisão final
  4. O presidente pode reeditá-la no dia seguinte
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Resposta: B. Perde a validade desde a data em que foi editada

Sem conversão em lei em 60 dias, prorrogáveis por mais 60, a MP perde a eficácia desde a edição (Constituição, art. 62, § 3º). Ela não pode ser reeditada na mesma sessão legislativa (§ 10), e o Congresso tem 60 dias para regular os efeitos do período em que vigorou.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

4 A partir de quando uma medida provisória passa a valer?

  1. Depois de aprovada pela Câmara dos Deputados
  2. Desde a publicação no Diário Oficial
  3. Depois da sanção do presidente
  4. Quarenta e cinco dias após a publicação
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Resposta: B. Desde a publicação no Diário Oficial

A MP tem força de lei desde a publicação e deve ser enviada de imediato ao Congresso (Constituição, art. 62, caput). É isso que a distingue de um projeto de lei, que só vale depois de aprovado e sancionado. Os 45 dias são o prazo a partir do qual a MP passa a trancar a pauta.

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5 O presidente da República pode usar medida provisória para mudar as regras das eleições?

  1. Sim, em caso de urgência
  2. Sim, se o TSE concordar
  3. Não, a Constituição proíbe MP sobre direito eleitoral e partidos
  4. Sim, desde que a mudança valha só para a eleição seguinte
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Resposta: C. Não, a Constituição proíbe MP sobre direito eleitoral e partidos

A Constituição proíbe medida provisória sobre nacionalidade, cidadania, direitos políticos, partidos políticos e direito eleitoral (art. 62, § 1º, I, a). Mudanças nas regras eleitorais precisam passar pelo Congresso como lei.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

6 Por onde começa a votação de uma medida provisória no Congresso Nacional?

  1. Por uma comissão mista e, depois, pelo plenário da Câmara dos Deputados
  2. Pelo plenário do Senado Federal
  3. Por uma sessão conjunta das duas casas, em votação única
  4. Pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado
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Resposta: A. Por uma comissão mista e, depois, pelo plenário da Câmara dos Deputados

Toda medida provisória passa primeiro por uma comissão mista de deputados e senadores, que dá parecer, e depois é votada em sessões separadas, começando pelo plenário da Câmara dos Deputados e seguindo para o Senado (Constituição, art. 62, §§ 8º e 9º). Antes de votar o conteúdo, cada casa decide se a MP atende aos requisitos de relevância e urgência (§ 5º). Não há votação única em sessão conjunta, que é o rito dos vetos.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

7 Quais são os dois requisitos que a Constituição exige para o presidente editar uma medida provisória?

  1. Calamidade pública e recesso do Congresso
  2. Aprovação prévia do Congresso e do STF
  3. Estado de defesa e assinatura de todos os ministros
  4. Relevância e urgência
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Resposta: D. Relevância e urgência

A medida provisória só pode ser editada em caso de relevância e urgência (Constituição, art. 62). Antes de votar o conteúdo, cada casa do Congresso decide se esses requisitos foram atendidos (art. 62, § 5º). Não é preciso calamidade nem recesso: a MP pode ser editada em qualquer época do ano. Também não há aprovação prévia, porque ela vale desde a publicação e só depois é examinada pelo Congresso.

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8 Qual destes assuntos pode ser tratado por medida provisória?

  1. A criação de um programa federal de auxílio a agricultores atingidos pela seca
  2. A mudança das regras de filiação a partidos políticos
  3. A alteração de prazos do processo civil
  4. A organização interna do Ministério Público
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Resposta: A. A criação de um programa federal de auxílio a agricultores atingidos pela seca

A Constituição proíbe medida provisória sobre direito eleitoral e partidos políticos, direito penal, processual penal e processual civil, organização do Judiciário e do Ministério Público, orçamento (salvo crédito extraordinário), bloqueio de poupança e matéria de lei complementar (Constituição, art. 62, § 1º). Um programa de auxílio a agricultores, com relevância e urgência, não está na lista. Muitos programas federais nasceram assim e depois foram convertidos em lei pelo Congresso.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

9 Se um decreto do presidente contrariar o que diz uma lei aprovada pelo Congresso, o que prevalece?

  1. O decreto, por ser o ato mais recente
  2. O decreto, porque o presidente é o chefe do governo
  3. Os dois valem ao mesmo tempo, cada um na sua área
  4. A lei, porque o decreto só pode regulamentá-la, sem contrariá-la
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Resposta: D. A lei, porque o decreto só pode regulamentá-la, sem contrariá-la

O decreto regulamentar serve para a fiel execução da lei e fica abaixo dela (Constituição, art. 84, IV). Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei (art. 5º, II), por isso decreto não cria obrigação nova nem revoga lei. Quando exorbita, o Congresso pode sustá-lo por decreto legislativo (art. 49, V), e a Justiça pode anulá-lo. A regra de que o ato mais novo prevalece só vale entre normas do mesmo nível.

Entenda melhor: PEC, PL, PLP, MP e decreto: qual a diferença

10 O prazo de validade de uma medida provisória continua correndo durante o recesso do Congresso?

  1. Não, o prazo fica suspenso durante o recesso
  2. Sim, e por isso muitas MPs perdem a validade nas férias do Congresso
  3. Sim, mas só no recesso de julho
  4. Não, porque no recesso a MP vira lei automaticamente
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Resposta: A. Não, o prazo fica suspenso durante o recesso

O prazo de 60 dias, prorrogável por mais 60, conta da publicação da medida provisória e fica suspenso durante os períodos de recesso do Congresso Nacional (Constituição, art. 62, § 4º). Assim, uma MP editada em dezembro pode valer bem mais de 120 dias corridos. Nada faz uma MP virar lei sozinha: sem votação no prazo, ela perde a eficácia desde a edição. O recesso vai de 23 de dezembro a 1º de fevereiro e de 18 a 31 de julho (art. 57).

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

Questões de aplicação

1 Depois de uma onda de furtos de celular, o presidente quer aumentar a pena desse crime por medida provisória, para valer já. Ele pode?

  1. Sim, porque a medida provisória tem força de lei
  2. Sim, desde que o ministro da Justiça assine junto
  3. Não, a Constituição proíbe medida provisória sobre direito penal
  4. Sim, se o Congresso estiver em recesso
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Resposta: C. Não, a Constituição proíbe medida provisória sobre direito penal

A Constituição proíbe medida provisória sobre direito penal e processual penal (art. 62, § 1º, I, b). Mudar pena exige projeto de lei votado pelo Congresso. Saber que a MP tem força de lei leva muita gente a achar que ela serve para tudo.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

2 Uma enchente destruiu cidades inteiras e o governo federal precisa liberar dinheiro imediatamente, sem previsão no orçamento. Que instrumento o presidente pode usar?

  1. Uma resolução do Senado
  2. Uma medida provisória abrindo crédito extraordinário
  3. Uma portaria do ministro da Fazenda
  4. Um decreto legislativo
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Resposta: B. Uma medida provisória abrindo crédito extraordinário

Para despesas imprevisíveis e urgentes, como as de calamidade pública, a Constituição admite crédito extraordinário aberto por medida provisória (arts. 62, § 1º, I, d, e 167, § 3º). Resolução do Senado e decreto legislativo são atos do Congresso, não do presidente, e portaria de ministro não cria gasto fora do orçamento.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

3 Em novembro, o presidente edita uma medida provisória que aumenta o imposto de renda. Quando o aumento pode começar a ser cobrado?

  1. No dia da publicação, porque a MP tem força de lei
  2. Só depois de 120 dias, quando acaba o prazo da MP
  3. Só depois que o STF confirmar a medida
  4. A partir de janeiro, se a MP for convertida em lei até 31 de dezembro
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Resposta: D. A partir de janeiro, se a MP for convertida em lei até 31 de dezembro

Medida provisória que cria ou aumenta imposto só produz efeitos no ano seguinte se tiver sido convertida em lei até o último dia do ano em que foi editada (Constituição, art. 62, § 2º). A regra protege o contribuinte da surpresa. Ficam fora dessa trava os impostos de importação, de exportação, o IPI e o IOF, que o governo usa para regular a economia. Achar que a MP vale para tudo desde a publicação é o erro mais comum.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

4 O governo federal quer aumentar a alíquota do IOF cobrado em compras com cartão no exterior. Que instrumento ele pode usar, dentro dos limites da lei?

  1. Um decreto do presidente da República
  2. Somente uma emenda à Constituição
  3. Somente uma lei complementar
  4. Uma resolução do Senado Federal
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Resposta: A. Um decreto do presidente da República

A Constituição permite ao Executivo alterar, dentro das condições e dos limites fixados em lei, as alíquotas dos impostos de importação, de exportação, do IPI e do IOF (Constituição, art. 153, § 1º). Esses impostos servem para regular a economia, por isso a mudança pode valer logo, sem esperar o ano seguinte (art. 150, § 1º). A exceção não alcança a criação de imposto novo, que continua exigindo lei. Se o decreto passar dos limites, o Congresso pode sustá-lo.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

5 O Congresso rejeitou uma medida provisória em maio. Em agosto do mesmo ano, o governo quer editar outra MP com o mesmo conteúdo. Isso é possível?

  1. Sim, desde que a nova MP tenha outro número
  2. Sim, porque já se passaram mais de 60 dias
  3. Não, a reedição é proibida na mesma sessão legislativa
  4. Sim, se o presidente da Câmara concordar
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Resposta: C. Não, a reedição é proibida na mesma sessão legislativa

É vedada a reedição, na mesma sessão legislativa, de medida provisória rejeitada ou que perdeu a eficácia por falta de votação (Constituição, art. 62, § 10). A sessão legislativa corresponde ao ano de trabalho do Congresso, por isso o mesmo conteúdo só pode voltar como MP no ano seguinte. Antes da Emenda Constitucional 32/2001, o governo reeditava MPs indefinidamente, e a regra atual foi criada justamente para acabar com isso.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

6 Um boato nas redes diz que o governo vai bloquear o dinheiro da poupança por medida provisória, como no Plano Collor, em 1990. O que diz a Constituição hoje?

  1. Permite o bloqueio por MP, desde que por até 18 meses
  2. Permite o bloqueio por MP, se o Banco Central concordar
  3. Só permite o bloqueio por MP durante o estado de defesa
  4. Proíbe medida provisória que bloqueie poupança ou outros ativos financeiros
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Resposta: D. Proíbe medida provisória que bloqueie poupança ou outros ativos financeiros

Desde a Emenda Constitucional 32/2001, é proibida medida provisória que vise à detenção ou ao sequestro de bens, de poupança popular ou de qualquer outro ativo financeiro (Constituição, art. 62, § 1º, II). A regra impede que se repita o que houve no Plano Collor, que em 1990 reteve por 18 meses a maior parte do dinheiro de contas e poupanças. O Banco Central executa a política monetária, mas não pode autorizar o que a Constituição veda.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

7 O presidente quer transferir uma secretaria de um ministério para outro, sem criar cargos nem aumentar despesas. Que instrumento basta?

  1. Um decreto do presidente
  2. Uma emenda à Constituição
  3. Uma lei complementar
  4. Uma resolução do Congresso Nacional
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Resposta: A. Um decreto do presidente

O presidente pode dispor, por decreto, sobre a organização e o funcionamento da administração federal, desde que isso não aumente a despesa nem crie ou extinga órgãos públicos (Constituição, art. 84, VI, a). Transferir uma secretaria já existente, sem custo novo, cabe nessa regra. Criar ou extinguir ministério, ao contrário, exige lei aprovada pelo Congresso (art. 88). Emenda constitucional e lei complementar são reservadas a outras matérias.

Entenda melhor: PEC, PL, PLP, MP e decreto: qual a diferença

8 Uma medida provisória está há 50 dias na Câmara sem ser votada, e o presidente da Câmara quer votar antes um projeto de lei ordinária sobre incentivos ao turismo. O que acontece?

  1. Nada, a Câmara vota normalmente o que quiser
  2. A votação do projeto fica travada até a MP ser votada
  3. A MP vira lei automaticamente após 45 dias
  4. A MP segue para o Senado sem votação na Câmara
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Resposta: B. A votação do projeto fica travada até a MP ser votada

Se a medida provisória não for apreciada em até 45 dias da publicação, entra em regime de urgência e ficam sobrestadas as demais deliberações legislativas da casa em que estiver tramitando, até que se conclua a votação (Constituição, art. 62, § 6º). É o chamado trancamento de pauta. A MP não vira lei pelo decurso do prazo e não pula etapas: a votação começa sempre na Câmara e só depois vai ao Senado.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

9 Uma medida provisória criou um auxílio e perdeu a validade sem ser votada. Em 60 dias, o Congresso não editou o decreto legislativo sobre o período em que ela vigorou. O que acontece com os pagamentos feitos?

  1. Têm de ser devolvidos por todos que receberam
  2. São anulados automaticamente pelo TCU
  3. Continuam válidos, regidos pela própria MP
  4. Passam a depender de decisão do STF caso a caso
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Resposta: C. Continuam válidos, regidos pela própria MP

Quando uma MP perde a eficácia, o Congresso deve disciplinar por decreto legislativo as relações jurídicas surgidas enquanto ela vigorou. Se não fizer isso em 60 dias, os atos praticados durante a vigência continuam regidos pela MP (Constituição, art. 62, §§ 3º e 11). Assim, quem recebeu o auxílio não precisa devolver. A MP deixa de valer para o futuro, mas o passado fica protegido, para dar segurança a quem confiou na regra.

Entenda melhor: Medida provisória: o que é, prazo e como vira lei

10 O Congresso aprovou uma lei que cria um novo benefício e diz que o governo vai definir os documentos exigidos para pedi-lo. Que ato o presidente usa para isso?

  1. Uma medida provisória
  2. Uma emenda à Constituição
  3. Um decreto legislativo
  4. Um decreto regulamentar
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Resposta: D. Um decreto regulamentar

Cabe ao presidente expedir decretos e regulamentos para a fiel execução das leis (Constituição, art. 84, IV). O decreto regulamentar detalha como a lei será cumprida, por exemplo quais documentos apresentar, mas não pode criar direitos ou obrigações que a lei não prevê. Medida provisória é para casos de relevância e urgência, não para detalhar lei já aprovada. Decreto legislativo é ato do Congresso, não do presidente, e por isso o nome confunde.

Entenda melhor: PEC, PL, PLP, MP e decreto: qual a diferença

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