Para acertar estas 20 questões, é preciso entender as garantias e os limites do mandato: a imunidade por opiniões e votos, a prisão só em flagrante de crime inafiançável, as hipóteses de perda do mandato por decoro, faltas ou decisão da Justiça Eleitoral, quem assume como suplente e como deputados e senadores são eleitos. A página O que faz um deputado federal resume mandato e imunidade, e Quociente eleitoral explica por que um candidato com menos votos pode ser eleito.

Questões de conceito

1 Quem fixa o salário dos deputados federais e dos senadores?

  1. O presidente da República, por decreto
  2. O próprio Congresso Nacional
  3. O Supremo Tribunal Federal
  4. O Tribunal de Contas da União
Ver resposta

Resposta: B. O próprio Congresso Nacional

É competência exclusiva do Congresso fixar subsídio idêntico para deputados e senadores (Constituição, art. 49, VII). Isso é feito por decreto legislativo, sem sanção presidencial, e por isso o presidente da República não pode vetar o valor.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

2 O que é a imunidade material de deputados e senadores?

  1. A garantia de não serem processados, civil ou penalmente, por suas opiniões, palavras e votos
  2. A garantia de nunca serem presos durante o mandato
  3. A isenção de impostos sobre o salário do mandato
  4. A garantia de não serem julgados por nenhum tribunal
Ver resposta

Resposta: A. A garantia de não serem processados, civil ou penalmente, por suas opiniões, palavras e votos

Deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos (Constituição, art. 53). É a imunidade material, que protege o debate parlamentar. O distrator de nunca serem presos é tentador, mas confunde com a imunidade formal, que só limita a prisão: desde a diplomação, a prisão é possível em flagrante de crime inafiançável. E eles podem, sim, ser processados por crimes que não sejam opinião, palavra ou voto.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

3 Segundo a Constituição, qual destas condutas é incompatível com o decoro parlamentar e pode levar à perda do mandato?

  1. Votar contra a orientação do próprio partido
  2. Criticar duramente o governo em discurso na tribuna
  3. Receber vantagens indevidas ou abusar das prerrogativas do mandato
  4. Apresentar muitos projetos que acabam arquivados
Ver resposta

Resposta: C. Receber vantagens indevidas ou abusar das prerrogativas do mandato

A Constituição considera incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas do mandato e a percepção de vantagens indevidas (Constituição, art. 55, II e § 1º). Nesses casos, a casa decide a cassação por maioria absoluta. Criticar o governo na tribuna é o distrator tentador para quem acha que discurso duro é falta de decoro, mas opiniões e votos são protegidos pela imunidade. Votar contra o partido também não tira o mandato.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

4 Antes de qualquer condenação definitiva, em que situação um deputado federal pode ser preso?

  1. Por ordem de qualquer juiz, em qualquer crime
  2. Nunca, enquanto durar o mandato
  3. Só com autorização prévia do presidente da República
  4. Só em flagrante de crime inafiançável
Ver resposta

Resposta: D. Só em flagrante de crime inafiançável

Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso não podem ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, e nesse caso a casa decide sobre a prisão pelo voto da maioria de seus membros (Constituição, art. 53, § 2º). É a imunidade formal, ajustada pela Emenda Constitucional 35/2001. O distrator de nunca serem presos é tentador, mas a imunidade não é absoluta, e o presidente da República não tem papel nisso.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

5 Quem dá a palavra final sobre a cassação de um deputado federal acusado de quebra de decoro parlamentar?

  1. O plenário da Câmara, pelo voto da maioria absoluta dos deputados
  2. O Conselho de Ética da Câmara, sozinho
  3. O Supremo Tribunal Federal
  4. O Tribunal Superior Eleitoral
Ver resposta

Resposta: A. O plenário da Câmara, pelo voto da maioria absoluta dos deputados

Nos casos de procedimento incompatível com o decoro parlamentar, a perda do mandato é decidida pela Câmara ou pelo Senado, por maioria absoluta, por provocação da Mesa ou de partido político, assegurada ampla defesa (Constituição, art. 55, II e § 2º). Na Câmara, isso exige 257 votos, em votação aberta desde a Emenda Constitucional 76/2013. O Conselho de Ética é o distrator tentador: ele instrui o processo e dá parecer, mas quem decide é o plenário.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

6 Que regra de presença pode levar um deputado ou senador a perder o mandato?

  1. Faltar a três sessões seguidas, por qualquer motivo
  2. Faltar, sem licença ou missão autorizada, a um terço das sessões ordinárias do ano legislativo
  3. Faltar a metade das sessões de comissão do mandato
  4. Nenhuma, porque faltas só geram desconto no salário
Ver resposta

Resposta: B. Faltar, sem licença ou missão autorizada, a um terço das sessões ordinárias do ano legislativo

Perde o mandato o parlamentar que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da casa, salvo licença ou missão autorizada, e a perda é declarada pela Mesa, assegurada ampla defesa (Constituição, art. 55, III e § 3º). O distrator do simples desconto é tentador, porque as faltas também reduzem o salário, mas a falta em excesso tem consequência maior, prevista na Constituição.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

7 Como é definido o suplente de um deputado federal?

  1. É o segundo nome registrado na chapa do deputado, como no Senado
  2. É indicado pela direção do partido depois da eleição
  3. É o candidato mais votado do mesmo partido ou federação que não foi eleito
  4. É eleito pelos próprios deputados quando abre a vaga
Ver resposta

Resposta: C. É o candidato mais votado do mesmo partido ou federação que não foi eleito

São suplentes da representação partidária os mais votados sob a mesma legenda que não foram eleitos, em ordem de votação (Código Eleitoral, art. 112). Hoje as federações funcionam como um partido para esse cálculo, e não há votação mínima exigida do suplente. O distrator do segundo nome da chapa é tentador por analogia com o Senado, onde cada senador é eleito com dois suplentes, mas a Câmara segue o sistema proporcional.

Entenda melhor: Quociente eleitoral: como seu voto elege outro candidato

8 Quem assume a cadeira quando um senador deixa o cargo antes do fim do mandato?

  1. O candidato a senador que ficou em segundo lugar na eleição
  2. Uma pessoa indicada pelo governador do estado
  3. O deputado federal mais votado do estado
  4. O primeiro suplente, eleito na mesma chapa do senador
Ver resposta

Resposta: D. O primeiro suplente, eleito na mesma chapa do senador

Cada senador é eleito com dois suplentes, que integram a mesma chapa e assumem em caso de vaga, licença longa ou nomeação para ministério (Constituição, arts. 46, § 3º, e 56, § 1º). O voto no senador é também um voto nos seus suplentes. O segundo colocado da eleição é o distrator tentador, mas a eleição de senador é majoritária e não gera fila de perdedores: a vaga fica com o suplente da chapa vencedora.

Entenda melhor: O que faz um senador: funções exclusivas do Senado

9 A partir de que idade uma pessoa pode ser eleita deputada federal?

  1. 21 anos
  2. 18 anos
  3. 25 anos
  4. 35 anos
Ver resposta

Resposta: A. 21 anos

A Constituição fixa como condição de elegibilidade a idade mínima de 21 anos para deputado federal, deputado estadual ou distrital, prefeito e vice-prefeito (Constituição, art. 14, § 3º, VI, c). Para senador, a exigência sobe para 35 anos, a mesma do presidente da República, e por isso essa é a alternativa tentadora para quem mistura as casas. Os 18 anos valem apenas para vereador.

Entenda melhor: Sistema eleitoral brasileiro: como cada cargo é eleito

10 O que diz a regra de fidelidade partidária para os deputados federais?

  1. O deputado pode trocar de partido a qualquer momento, sem consequência
  2. Quem deixa o partido pelo qual foi eleito perde o mandato, salvo anuência do partido ou justa causa
  3. O deputado só perde o mandato se for para um partido de oposição ao governo
  4. O deputado só perde o mandato se trocar de partido no primeiro ano
Ver resposta

Resposta: B. Quem deixa o partido pelo qual foi eleito perde o mandato, salvo anuência do partido ou justa causa

Deputados federais, estaduais, distritais e vereadores que se desligarem do partido pelo qual foram eleitos perdem o mandato, salvo anuência do partido ou outra hipótese de justa causa prevista em lei (Constituição, art. 17, § 6º; Lei 9.096/1995, art. 22-A). A regra decorre do sistema proporcional, em que a vaga é conquistada pelo partido. A troca livre é tentadora porque era comum no passado, mas hoje tem consequência.

Entenda melhor: Quociente eleitoral: como seu voto elege outro candidato

Questões de aplicação

1 Num discurso na tribuna da Câmara, um deputado critica duramente um empresário do setor de transportes, que quer processá-lo por danos morais. O que diz a Constituição?

  1. O empresário pode processá-lo como faria com qualquer pessoa
  2. O deputado só pode ser processado depois de autorização do Senado
  3. O deputado é inviolável, civil e penalmente, por opiniões e palavras ditas no exercício do mandato
  4. O processo é possível, mas só no Tribunal Superior Eleitoral
Ver resposta

Resposta: C. O deputado é inviolável, civil e penalmente, por opiniões e palavras ditas no exercício do mandato

Deputados e senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos (Constituição, art. 53). Um discurso na tribuna é o caso típico protegido por essa imunidade material, que existe para garantir o debate parlamentar sem medo de processo. Tratar o deputado como qualquer pessoa é o distrator tentador. Excessos fora do mandato podem ser punidos, e abusos dentro dele podem gerar processo por quebra de decoro.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

2 Um deputado federal é preso em flagrante por um crime inafiançável. O que acontece em seguida?

  1. Ele é solto na hora, porque deputado não pode ser preso
  2. O STF decide sozinho, sem ouvir a Câmara
  3. Ele perde o mandato automaticamente no momento da prisão
  4. O caso vai à Câmara em 24 horas, e os deputados decidem, pela maioria dos membros, se a prisão continua
Ver resposta

Resposta: D. O caso vai à Câmara em 24 horas, e os deputados decidem, pela maioria dos membros, se a prisão continua

Desde a diplomação, o parlamentar só pode ser preso em flagrante de crime inafiançável, e os autos são remetidos em 24 horas à casa respectiva, que resolve sobre a prisão pelo voto da maioria de seus membros (Constituição, art. 53, § 2º). Na Câmara, isso significa 257 votos. A soltura imediata é o distrator tentador, mas a prisão em flagrante é permitida. A perda do mandato depende de outro processo.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

3 Uma deputada federal é nomeada ministra da Saúde. O que acontece com o mandato dela?

  1. Ela não perde o mandato: se afasta, e o suplente assume a cadeira enquanto ela for ministra
  2. Ela perde o mandato no momento da posse como ministra
  3. Ela acumula as duas funções e continua votando na Câmara
  4. Ela precisa renunciar ao mandato antes da posse
Ver resposta

Resposta: A. Ela não perde o mandato: se afasta, e o suplente assume a cadeira enquanto ela for ministra

O deputado ou senador investido no cargo de ministro de Estado não perde o mandato, e o suplente é convocado enquanto durar a investidura (Constituição, art. 56, I e § 1º). O parlamentar pode até optar pela remuneração do mandato (§ 3º) e voltar à casa quando deixar o ministério. Perder o mandato é o distrator tentador, porque deputado não pode ocupar a maioria dos cargos públicos, mas ministro é exceção expressa.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

4 Um deputado que responde a processo de cassação no Conselho de Ética renuncia ao mandato para escapar da punição. A renúncia encerra o processo?

  1. Sim, com a renúncia o processo é arquivado na hora
  2. Não, a renúncia fica suspensa até a decisão final sobre a perda do mandato
  3. Sim, e o suplente assume sem que o caso seja julgado
  4. Não, porque deputado não pode renunciar ao mandato
Ver resposta

Resposta: B. Não, a renúncia fica suspensa até a decisão final sobre a perda do mandato

A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato tem seus efeitos suspensos até as deliberações finais da casa (Constituição, art. 55, § 4º). A regra foi criada para impedir a manobra de renunciar e escapar das consequências da cassação, como a inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa. O arquivamento imediato é o distrator tentador, porque parece lógico que quem saiu não pode mais ser cassado, mas o processo segue até o fim.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

5 Um deputado federal em meio de mandato disputa a eleição municipal e é eleito prefeito da sua cidade. O que ele precisa fazer?

  1. Nada, pode exercer os dois mandatos ao mesmo tempo
  2. Pedir licença da prefeitura nos dias de votação na Câmara
  3. Escolher um dos dois, porque não pode ser titular de dois mandatos eletivos ao mesmo tempo
  4. Pedir autorização do STF para acumular os cargos
Ver resposta

Resposta: C. Escolher um dos dois, porque não pode ser titular de dois mandatos eletivos ao mesmo tempo

Desde a posse, deputados e senadores não podem ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo (Constituição, art. 54, II, d). Por isso o deputado eleito prefeito precisa deixar a Câmara para assumir a prefeitura, e o suplente do partido ocupa a vaga. Acumular os dois é o distrator tentador, porque ele foi eleito duas vezes, mas a Constituição proíbe o acúmulo, e descumprir a proibição leva à perda do mandato.

Entenda melhor: O que faz um deputado federal (e um estadual)

6 Na eleição para deputado federal de um estado, um candidato com 60 mil votos não foi eleito, enquanto outro, com 30 mil votos, foi. Como isso é possível?

  1. Foi um erro de apuração que a Justiça Eleitoral precisa corrigir
  2. Os votos em branco foram somados ao partido do candidato eleito
  3. O TSE escolhe os eleitos entre os mais votados de cada região
  4. As vagas são distribuídas primeiro aos partidos pelo quociente eleitoral, e só depois aos candidatos
Ver resposta

Resposta: D. As vagas são distribuídas primeiro aos partidos pelo quociente eleitoral, e só depois aos candidatos

No sistema proporcional, os votos válidos são divididos pelo número de vagas, e cada partido ou federação recebe cadeiras conforme sua votação total; só depois as vagas vão aos mais votados de cada legenda (Código Eleitoral, arts. 106 a 109). Assim, um candidato de partido forte pode entrar com menos votos. A soma dos brancos é o distrator tentador e um mito antigo: brancos e nulos não contam para ninguém.

Entenda melhor: Quociente eleitoral: como seu voto elege outro candidato

7 Um deputado federal quer trocar de partido para disputar a reeleição sem correr o risco de perder o mandato. Quando a lei permite essa troca?

  1. Na janela de 30 dias antes do prazo de filiação exigido para a eleição, no fim do mandato
  2. A qualquer momento, bastando avisar a Mesa da Câmara
  3. Só no primeiro mês depois da posse
  4. Nunca, deputado não pode trocar de partido durante o mandato
Ver resposta

Resposta: A. Na janela de 30 dias antes do prazo de filiação exigido para a eleição, no fim do mandato

A lei considera justa causa para deixar o partido a mudança feita nos 30 dias que antecedem o prazo de filiação exigido para concorrer à eleição, ao término do mandato vigente (Lei 9.096/1995, art. 22-A, parágrafo único, III). É a chamada janela partidária. Fora dela, a troca sem anuência do partido ou outra justa causa pode custar o mandato (Constituição, art. 17, § 6º). O distrator do nunca é tentador, mas a janela existe.

Entenda melhor: Quociente eleitoral: como seu voto elege outro candidato

8 Na disputa para uma vaga de senador, o candidato A teve 2 milhões de votos e o B, 1,9 milhão, mas o partido de B somou mais votos para a Câmara. Quem fica com a vaga?

  1. O candidato B, porque o partido dele teve mais votos
  2. O candidato A, porque a eleição de senador é majoritária
  3. Nenhum dos dois, porque haverá segundo turno
  4. Quem tiver mais votos de legenda pelo quociente eleitoral
Ver resposta

Resposta: B. O candidato A, porque a eleição de senador é majoritária

O Senado é composto por representantes dos estados eleitos segundo o princípio majoritário: vence quem tem mais votos, sem quociente eleitoral e sem segundo turno (Constituição, art. 46). A votação do partido para a Câmara não interfere. O distrator tentador mistura as regras da Câmara, onde o voto conta primeiro para a legenda, com as do Senado. Segundo turno só existe para presidente, governador e prefeito de cidades grandes.

Entenda melhor: Sistema eleitoral brasileiro: como cada cargo é eleito

9 A Justiça Eleitoral comprovou que um deputado comprou votos durante a campanha, oferecendo dinheiro a eleitores. O que pode acontecer com o mandato?

  1. Nada, porque ele já foi diplomado e tomou posse
  2. Só uma multa, sem efeito sobre o mandato
  3. A Justiça Eleitoral pode cassar o diploma, e a Mesa da Câmara declara a perda do mandato
  4. Só o plenário da Câmara pode tirar o mandato, por votação secreta
Ver resposta

Resposta: C. A Justiça Eleitoral pode cassar o diploma, e a Mesa da Câmara declara a perda do mandato

Oferecer ou entregar vantagem ao eleitor para obter o voto é captação ilícita de sufrágio, punida com multa e cassação do registro ou do diploma (Lei 9.504/1997, art. 41-A). Quando a Justiça Eleitoral decreta a perda, ela é declarada pela Mesa da casa, sem votação em plenário (Constituição, art. 55, V e § 3º). O distrator do plenário é tentador, mas votação só ocorre em casos como quebra de decoro.

Entenda melhor: Sistema eleitoral brasileiro: como cada cargo é eleito

10 Uma senadora recebeu, no exercício do mandato, denúncias de corrupção de um servidor público e é chamada para revelar quem as passou. Ela é obrigada a contar?

  1. Sim, como qualquer testemunha, sob pena de prisão
  2. Sim, se o pedido vier do presidente do Senado
  3. Só se a informação envolver dinheiro público federal
  4. Não, parlamentares não são obrigados a revelar quem lhes passou informações em razão do mandato
Ver resposta

Resposta: D. Não, parlamentares não são obrigados a revelar quem lhes passou informações em razão do mandato

Deputados e senadores não são obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato, nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações (Constituição, art. 53, § 6º). A regra protege as fontes que procuram o parlamentar para denunciar irregularidades. Tratá-la como testemunha comum é o distrator tentador, mas essa proteção faz parte das garantias do mandato.

Entenda melhor: O que faz um senador: funções exclusivas do Senado

Continue treinando

Fazer o simulado Todos os assuntos de Legislativo